sexta-feira, 12 de outubro de 2012

One woman released; Two remaining prisoners of conscience must be freed




http://takeaction.amnestyusa.org/c.6oJCLQPAJiJUG/b.8302257/k.9A29/Free_Pussy_Riot/siteapps/advocacy/ActionItem.aspx?msource=W1210EAIAR1


 http://takeaction.amnestyusa.org/atf/cf/%7B4abebe75-41bd-4160-91dd-a9e121f0eb0b%7D/bg_header.jpg

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Amnesty International USA and owners of legendary rock club CBGB, Tim Hayes and Louise Parnassa Staley, are joining forces to help free punk rock prisoners of conscience, Pussy Riot.
Pussy Riot's case connects the worlds of music and human rights. The case has inspired many musicians to speak out on Pussy Riot's behalf including Sting, Anjelique Kidjo and Natasha Bedingfield. These musicians have also signed on to the joint AIUSA-CBGB letter calling for Pussy Riot's freedom (русский version): Roger Waters of Pink Floyd, Peter Gabriel, Anthony Bourdain, Bunny Carlos, Gogol Bordello, Patti Schemel and the Family of Joey Ramone.


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DESISTIR É DE FRACOS

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

A Justiça portuguesa é forte com os fracos, mas muito débil perante os poderosos.

Aos ricos, tudo é permitido. Quando as sentenças não lhes são favoráveis, os recursos sucedem-se. Acresce que o arrastamento dos processos permite quase sempre a prescrição dos crimes de colarinho branco.
De cada vez que alguém com recursos económicos é condenado, a regra é recorrer. Da primeira instância, recorre para a Relação, de seguida para o Supremo e, se for caso disso, ainda para o Tribunal Constitucional. Os recursos económicos compram recursos judiciais.
Como estes têm o efeito de suspender as penas, os ricos jamais são presos. As decisões dos tribunais são assim desacreditadas.
Nem são verdadeiramente decisões, as sentenças representam apenas uma das muitas etapas de processos viciados e intermináveis.
Esta situação vergonhosa resolver--se-ia de forma simples. Bastaria tão--só que os recursos não suspendessem o cumprimento das penas. Houvesse vontade.
Por outro lado, o arrastamento dos processos, as manobras dilatórias arquitectadas por advogados ardilosos, levam à ultrapassagem de todos os prazos e até à obtenção da prescrição. O protelamento provocado pelos arguidos favorece-os.
O sistema beneficia assim o infractor. Para eliminar este tipo de expedientes, bastaria que as decisões dos tribunais suspendessem a contagem de tempo nos prazos de prescrição. Houvesse coragem.
Evitar-se-iam assim escândalos como foi o da prescrição dos processos a Américo Amorim por burla ao Fundo Social Europeu. E não assistiríamos também ao triste espectáculo dos múltiplos recursos interpostos por Isaltino Morais, que visam atingir os prazos de prescrição sem que aquele cavalheiro, já condenado por corrupção, seja alguma vez preso.
Se as manobras para arrastar processos nos tribunais não suspendessem as penas, mas adiassem os prazos de prescrição, a Justiça seria, de facto, democrática, igual para pobres e ricos.
Mas, a manter-se o actual ‘status quo', nem sequer temos um verdadeiro estado de direito. E um estado que não é de direito não é democrático. 


 http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/opiniao/justas-medidas?fb_action_ids=287086338062809&fb_action_types=og.likes&fb_source=aggregation&fb_aggregation_id=288381481237582

quarta-feira, 10 de outubro de 2012



http://alertaconstante2.blogspot.pt/2009/02/manuel-pinto-ferreira.html

terça-feira, 9 de outubro de 2012

ACORDAI

https://www.youtube.com/watch?v=7cM2lTxJ5i0

PELA TRANSPARÊNCIA NA POLÍTICA

PELA TRANSPARÊNCIA NA POLÍTICA
Como muitos de vocês sabem, cerca de 100 pessoas entre as quais me incluo, têm tido em estruturação a criação de um Movimento político que tem por base princípios mais e cada vez mais fundamentais.
Um Movimento completamente transversal, sem rótulos de esquerda ou de direita; virado para o Futuro, para todas as gerações; inovador mas também renovador; solidário; em que ninguém nem por um minuto possa esquecer a importância da ética, da moralização, da transparência, da responsabilização na política e não só. Um Movimento que nos queira conduzir à felicidade e que não tenha inibição de o assumir; que aja com realismo mas que não esqueça que também precisamos de algum idealismo; que caminhe para gerarmos um País Novo! Que seja afinal a concretização do que há muito considerávamos impossível…
Se isto lhe diz alguma coisa, se o toca fundo, então faça o seguinte sem mais demora: coloque um gosto nesta nota, comente-a, partilhe-a ou ainda, se preferir, envie-me uma mensagem
 
 http://www.facebook.com/photo.php?fbid=367827266631779&set=o.185379978161205&type=1&relevant_count=1&ref=nf