terça-feira, 4 de junho de 2013

FALSO ADVOGADOS FARNCÊS...E EM PORTUGAL?

EM FRANÇA, UM FALSO ADVOGADO CONSEGUE ENGANAR O SISTEMA DURANTE 3/4 ANOSD. SIGNIFICA QUE O SISTEMA ESTA ENFERRUJADO....MAS EM PORTUGAL SÃO ÀS CENTENAS: O SISTEMA ESTÁ PODRE DE MADURO
http://www.leparisien.fr/seine-et-marne-77/le-soi-disant-avocat-ecroue-pour-escroquerie-04-06-2013-2864153.php











Le soi-disant avocat écroué pour escroquerie

Frauduleusement inscrit au barreau de Melun, l’intéressé est poursuivi pour escroquerie, blanchiment, fraude fiscale, faux et usage de faux.Avec Philippe Maurice, on n’y a vu que du feu… ou un écran de fumée. Les avocats, le bâtonnier, les , la police et ses très nombreux clients. Tous ont cru en lui. C’est vrai qu’il présentait bien. Affable et sympathique à souhait, un  apparemment comme un autre, respectable et respectueux. Sauf que tout cela n’était que de la poudre aux yeux. 

« Maître Philippe Maurice, avocat à la cour », comme le mentionne une plaque de cuivre gravée à l’entrée de la résidence où il avait basé son cabinet (lire le témoignage ci-dessous), a grugé le barreau de Melun. Il a présenté des diplômes mais pas d’attestations de moralité. « Les documents sont en d’acheminement », a-t-il expliqué lors de son inscription au barreau. Car le pompon, c’est qu’il a été inscrit. Et s’est ainsi fait passer aux yeux de tous pour un avocat pendant trois-quatre ans.

Mais les doutes et les plaintes de certains de ses clients sont remontés jusqu’à l’ordre des avocats. Et la sanction est tombée : « Il a fait l’objet d’une suspension administrative », précise le bâtonnier melunais, Jérôme Bourricard, tout en indiquant « qu’aujourd’hui, sur le plan pénal, l’affaire est à l’instruction. »

Le comble dans cette affaire, c’est qu’il a continué d’exercer en tant qu’avocat alors qu’il était suspendu depuis au moins un an. Avec un aplomb et un culot monstre, il a revêtu la robe et exercé le métier dans les différentes juridictions en France, notamment à Lyon et en région parisienne. Un juge qui le savait suspendu l’a même vu, à sa grande surprise, venir à l’issue d’une interpellation assister l’un de ses clients. Il a été débarqué sur le champ.

Le soi-disant avocat est écroué à Fleury-Mérogis. Toutes ses victimes, nombreuses et réparties dans tout l’Hexagone, ne sont pas encore recensées. Philippe Maurice pourra se vanter d’avoir donné du fil à retordre aux enquêteurs. Pour arriver à coincer le personnage, il aura fallu plus d’un an et demi d’investigations aux enquêteurs de la police judiciaire et du groupement d’intervention régional (GIR) mettant en œuvre des moyens policiers, militaires, douaniers, fiscaux, administratifs.

Déjà condamné pour des faits similaires

C’est effectivement en septembre 2011 que l’enquête démarre. En accumulant les preuves, les enquêteurs réussissent à découvrir un système d’escroquerie sophistiqué impliquant de la fraude fiscale, des faux en écriture, publics et privés, et usage de faux. Le 21 mai, il est finalement interpellé avec trois complices qui appartiennent à son milieu familial. L’un d’entre eux lui servait pour rabattre les victimes. A la suite de son placement en garde à vue, le procureur de Melun, Bruno Dalles, a ouvert une information judiciaire le 24 mai.

Dès lors les choses s’accélèrent et Philippe Maurice est mis en examen pour escroquerie mais également pour exercice illégal de la profession d’avocat. Il est écroué de même que sa principale complice. Un autre homme est également impliqué dans l’affaire. Il est actuellement placé sous contrôle judiciaire.

En fouillant dans le passé de Philippe Maurice, les enquêteurs s’aperçoivent qu’il a déjà été mis en cause dans des procédures en région lyonnaise et en banlieue parisienne, en 2010 et 2011 pour abus de confiance et abus de biens sociaux. Il a même été condamné à des peines de deux ans de prison dont un an avec sursis pour une affaire et pour la seconde à neuf mois de prison avec sursis et mise à l’épreuve.

En disséquant son système de fraude très élaboré, les enquêteurs se sont aperçus qu’il concernait principalement des opérations immobilières entraînant un blanchiment d’argent vers la Belgique, l’Allemagne mais aussi Singapour grâce à des sociétés écran. A cela s’ajoutait aussi un système de vente de diamants à Anvers. Dans quelles conditions? Philippe Maurice ne s’est pas encore expliqué. L’instruction de l’affaire devrait pouvoir apporter des réponses et peut-être même révéler des surprises car rien ne semblait pouvoir l’arrêter.

quarta-feira, 22 de maio de 2013

JUSTIÇA AO SERVIÇO DOS RICOS. O NOVO GRANDE NEGÓCIO DA FARSA DEMOCRÁTICA. Por Marinho e Pinto.

JUSTIÇA AO SERVIÇO DOS RICOS. O NOVO GRANDE NEGÓCIO DA FARSA DEMOCRÁTICA. Por Marinho e Pinto.

ARTIGO COMPLETO: http://apodrecetuga.blogspot.com/2013/05/justica-ao-servico-dos-ricos-o-novo.html#ixzz2U5yI2GQw


http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=Qqxgdp6_9Ig


22 MAIO, 2013


JUSTIÇA AO SERVIÇO DOS RICOS. O NOVO GRANDE NEGÓCIO DA FARSA DEMOCRÁTICA. Por Marinho e Pinto.




Neste video, nos primeiros 2 minutos, é denunciado um dos crimes mais devastadores da receita do estado - a evasão fiscal dos ricos. (já divulgado aqui no blog)
- Em 2011, 25% da riqueza produzida em Portugal, não pagou impostos.
- Num só ano, excedeu mais de metade do valor do empréstimo pedido à Troika. 43,5 mil milhões de rendimentos não tributados. Caso estes rendimentos ocultos pagassem impostos, o PROBLEMA DO DEFICIT DESAPARECIA!

No comentário (em baixo) Marinho e Pinto explica porque razão os governos permitem que este saque descarado prossiga.
A justiça vendeu-se, tal como o serviço de saúde e da educação, a justiça está a transformar-se num negócio privado muito rentável. E mais uma vez os que nos (des)governam, em vez de protegerem as bases da democracia e da sociedade, optaram por proteger as elites e permitir-lhes que prossigam na destruição de tudo que conquistamos. Os governos são os maiores promotores da transformação de serviços públicos, fundamentais da democracia, em negócios rentáveis para os privados. A lei funciona contra o estado e contra os portugueses.
O artigo...

A justiça está a transformar-se num negócio privado lucrativo.
"O bastonário da Ordem dos Advogados afirmou hoje que o que se tem passado com as leis fiscais é "um crime monstruoso", com a arbitragem transformada num "negócio magnífico".
"Qualquer grande contribuinte em Portugal só paga impostos se quiser, de impugnação em impugnação, as leis têm todas as insuficiências para impedir que pague impostos", disse Marinho Pinto, (...) (exemplo)
As leis tributárias "são um emaranhado normativo absolutamente impossível de aplicar, é o caos absoluto, chegou-se a um ponto em que o Estado criou a arbitragem fiscal", criticou.
"A arbitragem fiscal é um negócio magnífico em torno da Justiça, em que as partes escolhem e pagam ao juiz, o árbitro, e o resultado é só um: deve cem, paga 30 - dirá o Estado que é melhor do que nada - o resto divide-se pelos árbitros, pelos juízes, pelas partes", disse.
Para Marinho Pinto, a legislação fiscal tem-se revelado "um crime monstruoso contra o interesse público e a igualdade tributária".
"As leis fiscais são feitas -a maior parte delas - por advogados, ao serviço dos que as fazem, à medida dos interesses dos seus clientes", acusou.
Questionado pela Lusa, no final da sua intervenção, Marinho Pinto clarificou que "quem está a ganhar com a arbitragem fiscal são os devedores fiscais, os grandes contribuintes que, na realidade, não pagam impostos ou pagam muito menos [do que deviam]". 
"Estão-se a construir em torno da justiça em Portugal negócios chorudos, como já se construíram em torno da Saúde e da Educação, negócios privados extremamente lucrativos", frisou. 
Questionado no encontro se as alterações à legislação laboral contribuirão para a recuperação económica, Marinho Pinto disse que "a rigidez das leis laborais não é verdadeiramente um obstáculo ao progresso, desenvolvimento, produtividade e competitividade".
"O que temos é uma classe empresarial parasitária, que vive sistematicamente à sombra do Estado, que não é capaz de se lançar na competitividade da economia global, que viveu sempre sob o guarda-chuva protetor do Estado", disse.
Marinho Pinto citou países "bem mais competitivos e com níveis de produtividade maiores do que Portugal, como os escandinavos, que têm legislação [laboral] muito mais rígida".
 "A alteração da legislação laboral o que vai permitir é um ajuste de contas, corresponde mais a uma necessidade de natureza ideológica do que económica", considerou.
Segundo o bastonário, "as empresas que têm problemas com a legislação laboral são as mal geridas, não por empresários mas patrões, que querem todo o poder e tratar os trabalhadores como se fossem equipamento - móveis - que se despreza e atira para um canto ao fim de um determinado ciclo económico". fonte

No artigo que se segue, Marinho Pinto alerta para a falsa democracia
- Podemos chamar de democracia, um regime que despreza a vontade popular? 

- Um regime onde o povo é tratado como um ignorante, a quem tem que se impor medidas para seu bem, porque ele não entende?
- Não será uma ditadura um regime que é imposto não pela força, como antes, mas pelo ardil, o engano, o logro e a mentira?
- Será este um regime democrático quando o mais importante para os políticos é a conquista do poder, pois sabem que a seguir tudo é permitido, tudo se legitima por si próprio sem qualquer responsabilização?
- Será democracia um regime onde a ética política está exclusivamente nas leis que eles próprios fazem à medida dos seus interesses?

Marinho e Pinto, responde...
"Falência da Democracia"
"Estará a democracia representativa em falência? Estarão os alicerces da democracia política corroídos por degenerescências que ameaçam a sua própria sustentação? Seja qual for a resposta uma coisa é certa: a democracia representativa está doente, muito doente - pelo menos em Portugal.
O que, verdadeiramente, distingue um sistema democrático de qualquer outro regime político é o respeito pela vontade popular. Por isso, nunca será verdadeiramente democrático um sistema político cujos titulares se desvinculam da vontade dos que dizem representar. (...)
Os ditadores suprimem a auscultação da vontade popular através da imposição dos seus axiomas políticos e exploraram com desbragado oportunismo as imperfeições dos regimes democráticos. Aproveitam-se inescrupulosamente das suas fragilidades e transformam algumas das virtudes das democracias em defeitos tenebrosos. 
Para qualquer ditador, real ou em potência, o povo nunca está preparado para exercer em plenitude as liberdades ou para escolher em consciência os seus próprios dirigentes. O povo deve apenas obedecer porque mandar é tão difícil que só homens superiores estão aptos a fazê-lo. As liberdades - dizem - conduzem à anarquia social e, por isso, o povo não deve ser chamado a decidir o seu próprio destino, antes deve ser conduzido pelas suas elites, sejam elas iluminadas vanguardas políticas ou simplesmente um caudilho de ocasião. Para eles, o conjunto dos cidadãos constitui uma massa ignara que serve apenas para aplaudir e aclamar as decisões dos seus dirigentes mas nunca para as questionar e muito menos para pôr em causa quem está nas ingratas funções do mando. Os ditadores garantem sempre que as suas medidas são as melhores ou as únicas viáveis, mas como o povo quase nunca percebe isso elas têm de ser impostas.
Esta "cultura" está hoje subjacente à atuação de muitos dirigentes políticos das democracias formais, os quais se consideram, igualmente, portadores de verdades que o povo não aceitaria se fosse consultado. Por isso é que as suas verdades ou os benefícios que nos oferecem têm de nos ser impostos para o nosso próprio bem ou para o bem geral.
Nas democracias formais já não é o uso da força que garante a emergência e subsistência desses iluminados, mas antes o ardil, o engano, o logro e a mentira. Esses criptoditadores recuperaram um dos mais emblemáticos paradigmas das tiranias, ou seja, a distinção entre a vontade e o interesse do povo ou, se se preferir, entre o interesse geral da governação (a que também chamam nação) e os interesses dos governados. E, tal como qualquer ditador, dizem que a sua ação é sempre em favor do interesse geral ainda que contra a vontade dos seus beneficiários, ou seja, de quem os elegeu. E porque o povo raramente aceitaria a preponderância do interesse geral é que surge essa casta de esclarecidos sempre com a missão de cumprir um grande desígnio patriótico.

Por isso é que o mais importante para eles é a conquista do poder, pois sabem que a seguir tudo é permitido, tudo se legitima por si próprio sem qualquer responsabilização. Os benefícios do poder são tão grandes para os seus titulares (e para as suas clientelas) que vale tudo para o alcançar e para o manter. Depois, perde-se todo o sentido da honradez e da ética política, bem como todo o respeito pela verdade e pela vontade dos eleitores. Aliás, para eles, a ética política está exclusivamente nas leis que eles próprios fazem à medida dos seus interesses. São estas situações que levam ao apodrecimento da democracia e à descrença de muitos cidadãos nas suas virtudes. É neste ambiente de degradação ética da política e de degenerescência moral da democracia que as serpentes costumam pôr os seus ovos." Marinho e Pinto 

"Basta olhar para nós. Tudo está ao contrário, está de cabeça para baixo. 
Os médicos destroem a saúde, os advogados destroem a justiça, as universidades destroem o conhecimento, os governos destroem a liberdade, a grande comunicação social destrói a informação e as religiões destroem a espiritualidade".  Michael Ellner


ARTIGO COMPLETO: http://apodrecetuga.blogspot.com/2013/05/justica-ao-servico-dos-ricos-o-novo.html#ixzz2U5ythovo

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Portugueses já podem queixar-se à ONU se o Estado não respeitar os seus direitos


 

Portugueses já podem queixar-se à ONU se o Estado não respeitar os seus direitos.
Desde 5 de Maio que dez Estados, entre os quais Portugal, podem recorrer à organização internacional se virem os seus direitos económicos, sociais e culturais violados ou ignorados.

Esgotados todos os meios nacionais, os cidadãos portugueses podem, desde 5 de Maio, reclamar junto da Organização das Nações Unidas (ONU) caso o Estado desrespeite os seus direitos económicos, sociais e culturais.

Era necessário que pelo menos dez Estados assinassem o protocolo facultativo ao Pacto Internacional dos Direitos Económicos, Sociais e Culturais — aprovado desde 2008 — para permitir este tipo de queixa à ONU. O Uruguai foi o 10.º país a ratificar o documento, permitindo a sua entrada em vigor no início deste mês. Os restantes países que o subscreveram são Portugal, Espanha, Argentina, Bolívia, Bósnia, Equador, El Salvador, Mongólia e Eslováquia.

Os cidadãos destes países têm agora a possibilidade de apresentar um recurso individual ou colectivo ao Comité dos Direitos Económicos, Sociais e Culturais, se virem os seus direitos violados pelo respectivo Estado (por acção ou omissão).

Só se os tribunais nacionais ou outros meios internos não forem eficazes no restabelecimento da situação ou na reparação de danos causados aos cidadãos é que estes poderão recorrer às Nações Unidas.

Os direitos económicos, sociais e culturais incluem, entre outros, o direito à alimentação, à saúde, à educação, à habitação, ao trabalho, a um salário digno ou à segurança social, que são, para o Observatório dos Direitos Humanos (ODH), “postos em causa pela política de austeridade que reina em Portugal”.

“Temos agora um meio de defender a dignidade humana face às acções e às omissões do Estado”, afirma o ODH em comunicado, acrescentando que espera que “esta entrada em vigor seja também um reforço da cidadania”.

As queixas apresentadas ao Comité não resultam, por enquanto, na condenação dos Estados, mas sim num conjunto de conclusões e recomendações, que tornam público o desrespeito por estes direitos.