"Olhem à vossa volta e encontrarão temas que justificam a vossa indignação...encontrarão situações concretas que apelam à vossa implicação numa acção cidadã forte." STÉPHANE HESSEL
segunda-feira, 2 de dezembro de 2013
quarta-feira, 27 de novembro de 2013
QUEM NÃO LEU OS MISERÁVEIS DO VICTOR HUGO?J EAN VALJEAN FOI CONDENADO A TRABALHOS FORÇADOS POR TER ROUBADO UM PÃO..................
QUEM
NÃO LEU OS MISERÁVEIS DO VICTOR HUGO?J EAN VALJEAN FOI CONDENADO A
TRABALHOS FORÇADOS POR TER ROUBADO UM PÃO..................
sábado, 16 de novembro de 2013
Sem justiça não existe democracia, este é o maior fracasso da democracia portuguesa.
http://apodrecetuga.blogspot.com/2013/11/sem-justica-nao-existe-democracia-este.html?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+NoVotemPensem+%28N%C3%A3o+votem%2C+pensem.%29
Apenas uma notazinha... Concordo com o texto que se
segue e acho-o útil, para ajudar a despertar, ... no entanto devo
alertar para alguns sinais de falta de isenção, difíceis de disfarçar.
Na parte do texto em que se refere ás falsas licenciaturas (Olá! camaradas Sócrates...Olá! Armando Vara...), que escandalizaram o país, estranha-se a falta de memória que lhe fez omitir o famoso caso do Relvas... (PSD).
Na parte do texto em que se refere ás falsas licenciaturas (Olá! camaradas Sócrates...Olá! Armando Vara...), que escandalizaram o país, estranha-se a falta de memória que lhe fez omitir o famoso caso do Relvas... (PSD).
Também faltam referências ao maior caso de corrupção de Portugal, o caso BPN, maioritariamente, da responsabilidade do PSD.!
Esta srª mesmo na TV, não consegue esconder a partidarite que a afecta.
Para um artigo que supostamente serve para alertar os portugueses para deixarem de ser burros e cegos, como ela afirma... o exemplo não é lá muito bom e nada isento.
Esta srª mesmo na TV, não consegue esconder a partidarite que a afecta.
Para um artigo que supostamente serve para alertar os portugueses para deixarem de ser burros e cegos, como ela afirma... o exemplo não é lá muito bom e nada isento.
A cegueira partidária, faz de qualquer português "um público acrítico, burro e embrutecido". E não apenas do português, que alinha em partidos opostos aos nossos. Esta
srª exibe constantemente um ódio visceral pelo ps e muito
discretamente, vai defendendo o psd. Como tal é mais uma que perde a
oportunidade de defender a verdade, acima dos partidos.
Para uma pessoa lúcida, sem a visão turvada pela partidarite, isto é um facto inabalável - a corrupção agrava-se e alastra-se há décadas em Portugal, na justiça e em todo o lado, não é um fenómeno que inicia no mandato ps e é travado no mandato psd, nem o oposto é verdade.
Ela prossegue serena e segura, impune e ultrajante, aperfeiçoada e
ambiciosa, acolhida e alimentada, por todos os governos não sejamos
cegos, se queremos lutar contra isso.
Não admira que num país assim emerjam cavalgaduras, que chegam ao topo, dizendo ter formação, que nunca adquiriram, (Olá! camaradas Sócrates...Olá! Armando Vara...),
que usem dinheiros públicos (fortunas escandalosas) para se promoverem
pessoalmente face a um público acrítico, burro e embrutecido.
Este é um país em que a Câmara Municipal de Lisboa, em governação socialista, distribui casas de RENDA ECONÓMICA - mas não de construção económica - aos seus altos funcionários e jornalistas,
em que estes últimos, em atitude de gratidão, passaram a esconder as
verdadeiras notícias e passaram a "prostituir-se" na sua dignidade
profissional, a troco de participar nos roubos de dinheiros públicos, destinados a gente carenciada, mas mais honesta que estes bandalhos.
Em dado momento a actividade do jornalismo constituiu-se como O VERDADEIRO PODER. Só pela sua acção se sabia a verdade sobre os podres forjados pelos políticos e pelo poder judicial. Agora continua a ser o VERDADEIRO PODER mas senta-se à mesa dos corruptos e com eles partilha os despojos, rapando os ossos ao esqueleto deste povo burro e embrutecido.
Para garantir que vai continuar burro o grande "cavallia" (que em português significa cavalgadura) desferiu o golpe de morte ao ensino público e coroou a acção com a criação das Novas Oportunidades.
Gente assim mal formada vai aceitar tudo, e o país será o pátio de recreio dos mafiosos.
A justiça portuguesa não é apenas cega. É surda, muda, coxa e marreca.
Portugal tem um défice de responsabilidade civil, criminal e moral muito maior do que o seu défice financeiro, e nenhum português se preocupa com isso, apesar de pagar os custos da morosidade, do secretismo, do encobrimento, do compadrio e da corrupção.
Os portugueses, na sua infinita e pacata desordem existencial, acham tudo "normal" e encolhem os ombros.
Por uma vez gostava que em Portugal alguma coisa tivesse um fim, ponto final, assunto arrumado.
Não se fala mais nisso. Vivemos no país mais inconclusivo do mundo, em permanente agitação sobre tudo e sem concluir nada.
Desde os Templários e as obras de Santa Engrácia, que se sabe que, nada acaba em Portugal, nada é levado às últimas consequências, nada é definitivo e tudo é improvisado, temporário, desenrascado.
Da morte de Francisco Sá Carneiro e do eterno mistério que a rodeia, foi crime, não foi crime, ao desaparecimento de Madeleine McCann ou ao caso Casa Pia, sabemos de antemão que nunca saberemos o fim destas histórias, nem o que verdadeiramente se passou, nem quem são os criminosos ou quantos crimes houve.
Tudo a que temos direito são informações caídas a conta-gotas, pedaços de enigma, peças do quebra-cabeças. E habituamo-nos a prescindir de apurar a verdade porque intimamente achamos que não saber o final da história é uma coisa normal em Portugal, e que este é um país onde as coisas importantes são "abafadas", como se vivêssemos ainda em ditadura.
E os novos códigos Penal e de Processo Penal em nada vão mudar este estado de coisas. Apesar dos jornais e das televisões, dos blogs, dos computadores e da Internet, apesar de termos acesso em tempo real ao maior número de notícias de sempre, continuamos sem saber nada, e esperando nunca vir a saber com toda a naturalidade.
Do caso Portucale à Operação Furacão, da compra dos submarinos às escutas ao primeiro-ministro, do caso da Universidade Independente ao caso da Universidade Moderna, do Futebol Clube do Porto ao Sport Lisboa Benfica, da corrupção dos árbitros à corrupção dos autarcas, de Fátima Felgueiras a Isaltino Morais, da Braga Parques ao grande empresário Bibi, das queixas tardias de Catalina Pestana às de João Cravinho, há por aí alguém que acredite que algum destes secretos arquivos e seus possíveis e alegados, muitos alegados crimes, acabem por ser investigados, julgados e devidamente punidos?
Vale e Azevedo pagou por todos?
Quem se lembra do miúdo electrocutado no semáforo e do outro afogado num parque aquático?
Quem se lembra das crianças assassinadas na Madeira e do mistério dos crimes imputados ao padre Frederico?
Quem se lembra que um dos raros condenados em Portugal, o mesmo padre Frederico, acabou a passear no Calçadão de Copacabana?
Quem se lembra do autarca alentejano queimado no seu carro e cuja cabeça foi roubada do Instituto de Medicina Legal?
Em todos estes casos, e muitos outros, menos falados e tão sombrios e enrodilhados como estes, a verdade a que tivemos direito foi nenhuma.
(...) E o processo do Parque, onde tantos clientes buscavam prostitutos, alguns menores, onde tanta gente "importante" estava envolvida, o que aconteceu? Alguns até arranjaram cargos em organismos da UE.
Arranjou-se um bode expiatório, foi o que aconteceu.
E as famosas fotografias de Teresa Costa Macedo? Aquelas em que ela reconheceu imensa gente "importante", jogadores de futebol, milionários, políticos, onde estão? Foram destruídas? Quem as destruiu e porquê?
E os crimes de evasão fiscal de Artur Albarran mais os negócios escuros do grupo Carlyle do senhor Carlucci em Portugal, onde é que isso pára?
O mesmo grupo Carlyle onde labora o ex-ministro Martins da Cruz, apeado por causa de um pequeno crime sem importância, o da cunha para a sua filha.
E aquele médico do Hospital de Santa Maria, suspeito de ter assassinado doentes por negligência? Exerce medicina?
E os que sobram e todos os dias vão praticando os seus crimes de colarinho branco sabendo que a justiça portuguesa não é apenas cega, é surda, muda, coxa e marreca.
Passado o prazo da intriga e do sensacionalismo, todos estes casos são arquivados nas gavetas das nossas consciências e condenados ao esquecimento.
Ninguém quer saber a verdade.
Ou, pelo menos, tentar saber a verdade.
Nunca saberemos a verdade sobre o caso Casa Pia, nem saberemos quem eram as redes e os "senhores importantes" que abusaram, abusam e abusarão de crianças em Portugal, sejam rapazes ou raparigas, visto que os abusos sobre meninas ficaram sempre na sombra.
Existe em Portugal uma camada subterrânea de segredos e injustiças, de protecções e lavagens, de corporações e famílias, de eminências e reputações, de dinheiros e negociações que impede a escavação da verdade. Este é o maior fracasso da democracia portuguesa"
Em dado momento a actividade do jornalismo constituiu-se como O VERDADEIRO PODER. Só pela sua acção se sabia a verdade sobre os podres forjados pelos políticos e pelo poder judicial. Agora continua a ser o VERDADEIRO PODER mas senta-se à mesa dos corruptos e com eles partilha os despojos, rapando os ossos ao esqueleto deste povo burro e embrutecido.
Para garantir que vai continuar burro o grande "cavallia" (que em português significa cavalgadura) desferiu o golpe de morte ao ensino público e coroou a acção com a criação das Novas Oportunidades.
Gente assim mal formada vai aceitar tudo, e o país será o pátio de recreio dos mafiosos.
A justiça portuguesa não é apenas cega. É surda, muda, coxa e marreca.
Portugal tem um défice de responsabilidade civil, criminal e moral muito maior do que o seu défice financeiro, e nenhum português se preocupa com isso, apesar de pagar os custos da morosidade, do secretismo, do encobrimento, do compadrio e da corrupção.
Os portugueses, na sua infinita e pacata desordem existencial, acham tudo "normal" e encolhem os ombros.
Por uma vez gostava que em Portugal alguma coisa tivesse um fim, ponto final, assunto arrumado.
Não se fala mais nisso. Vivemos no país mais inconclusivo do mundo, em permanente agitação sobre tudo e sem concluir nada.
Desde os Templários e as obras de Santa Engrácia, que se sabe que, nada acaba em Portugal, nada é levado às últimas consequências, nada é definitivo e tudo é improvisado, temporário, desenrascado.
Da morte de Francisco Sá Carneiro e do eterno mistério que a rodeia, foi crime, não foi crime, ao desaparecimento de Madeleine McCann ou ao caso Casa Pia, sabemos de antemão que nunca saberemos o fim destas histórias, nem o que verdadeiramente se passou, nem quem são os criminosos ou quantos crimes houve.
Tudo a que temos direito são informações caídas a conta-gotas, pedaços de enigma, peças do quebra-cabeças. E habituamo-nos a prescindir de apurar a verdade porque intimamente achamos que não saber o final da história é uma coisa normal em Portugal, e que este é um país onde as coisas importantes são "abafadas", como se vivêssemos ainda em ditadura.
E os novos códigos Penal e de Processo Penal em nada vão mudar este estado de coisas. Apesar dos jornais e das televisões, dos blogs, dos computadores e da Internet, apesar de termos acesso em tempo real ao maior número de notícias de sempre, continuamos sem saber nada, e esperando nunca vir a saber com toda a naturalidade.
Do caso Portucale à Operação Furacão, da compra dos submarinos às escutas ao primeiro-ministro, do caso da Universidade Independente ao caso da Universidade Moderna, do Futebol Clube do Porto ao Sport Lisboa Benfica, da corrupção dos árbitros à corrupção dos autarcas, de Fátima Felgueiras a Isaltino Morais, da Braga Parques ao grande empresário Bibi, das queixas tardias de Catalina Pestana às de João Cravinho, há por aí alguém que acredite que algum destes secretos arquivos e seus possíveis e alegados, muitos alegados crimes, acabem por ser investigados, julgados e devidamente punidos?
Vale e Azevedo pagou por todos?
Quem se lembra do miúdo electrocutado no semáforo e do outro afogado num parque aquático?
Quem se lembra das crianças assassinadas na Madeira e do mistério dos crimes imputados ao padre Frederico?
Quem se lembra que um dos raros condenados em Portugal, o mesmo padre Frederico, acabou a passear no Calçadão de Copacabana?
Quem se lembra do autarca alentejano queimado no seu carro e cuja cabeça foi roubada do Instituto de Medicina Legal?
Em todos estes casos, e muitos outros, menos falados e tão sombrios e enrodilhados como estes, a verdade a que tivemos direito foi nenhuma.
(...) E o processo do Parque, onde tantos clientes buscavam prostitutos, alguns menores, onde tanta gente "importante" estava envolvida, o que aconteceu? Alguns até arranjaram cargos em organismos da UE.
Arranjou-se um bode expiatório, foi o que aconteceu.
E as famosas fotografias de Teresa Costa Macedo? Aquelas em que ela reconheceu imensa gente "importante", jogadores de futebol, milionários, políticos, onde estão? Foram destruídas? Quem as destruiu e porquê?
E os crimes de evasão fiscal de Artur Albarran mais os negócios escuros do grupo Carlyle do senhor Carlucci em Portugal, onde é que isso pára?
O mesmo grupo Carlyle onde labora o ex-ministro Martins da Cruz, apeado por causa de um pequeno crime sem importância, o da cunha para a sua filha.
E aquele médico do Hospital de Santa Maria, suspeito de ter assassinado doentes por negligência? Exerce medicina?
E os que sobram e todos os dias vão praticando os seus crimes de colarinho branco sabendo que a justiça portuguesa não é apenas cega, é surda, muda, coxa e marreca.
Passado o prazo da intriga e do sensacionalismo, todos estes casos são arquivados nas gavetas das nossas consciências e condenados ao esquecimento.
Ninguém quer saber a verdade.
Ou, pelo menos, tentar saber a verdade.
Nunca saberemos a verdade sobre o caso Casa Pia, nem saberemos quem eram as redes e os "senhores importantes" que abusaram, abusam e abusarão de crianças em Portugal, sejam rapazes ou raparigas, visto que os abusos sobre meninas ficaram sempre na sombra.
Existe em Portugal uma camada subterrânea de segredos e injustiças, de protecções e lavagens, de corporações e famílias, de eminências e reputações, de dinheiros e negociações que impede a escavação da verdade. Este é o maior fracasso da democracia portuguesa"
ARTIGO COMPLETO: http://apodrecetuga.blogspot.com/2013/11/sem-justica-nao-existe-democracia-este.html#ixzz2kpO9ogWX
domingo, 6 de outubro de 2013
sexta-feira, 20 de setembro de 2013
SEI O QUE É SOFRER DE TERRORISMO PSICOLÓGICO PELAS INSTÂNCIAS DO ESTADO PORTUGUÊS & NÃO SÓ!
https://sites.google.com/site/joaquimfonseca1965/
Suicídio!
Eu já estive quase a fazer o mesmo. Só quem passa por elas é que sabe o que custa as INJUSTIÇAS...
O que custa ser julgado na praça Publica. Só quando as pessoas passam por elas é que acordam!
Só que optei por LUTAR.
SEI O QUE É SOFRER DE TERRORISMO PSICOLÓGICO PELAS INSTÂNCIAS DO ESTADO PORTUGUÊS & NÃO SÓ!
TODOS SABEM A MINHA HISTÓRIA, DA QUAL (além dos caloteiros) HOJE, PARA MIM, O MAIOR CULPADO É A (IN)JUSTIÇA PORTUGUESA.
O engraçado, que não tem graça nenhuma, contra mim e a minha família,
funciona que é uma maravilha. Mas, EU contra os GRANDES VIGARISTAS e
GATUNOS, a JUSTIÇA protegeu anos e anos, foram 10 anos de LUTA para
NADA!
Fizeram sentenças sem o meu advogado estar presente, nem eu e
as minhas testemunhas, (verdade seja dita, passados estes anos todos,
também já não os tinha, pois perdeu-se a confiança. Pois as minhas
principais testemunhas estavam a trabalhar para os meus maiores
devedores.)
Agora digam-me; que justiça é esta???
Tudo o que sofri desde 2005, 2007, 2009, 2011, 2012, 2013...voltou-se a repetir tudo novamente!
Tenho tentado dar a volta por cima, mas NÃO DEIXAM.
Perdi tudo! Até a dignidade. E voltam a fazer tudo novamente como se nunca me tivessem roubado...
Pretendem que eu me suicide???
Pretendem que destrua a minha familia???
Sim, porque quando deixar de ter esperança, não vou sozinho... MAS É QUE NÃO VOU MESMO.
Tenho tentado arranjar forças na minha familia (mulher e filhos), pois
não têm culpa deste sistema podre corrupto, ganancioso e indiferente a
tudo e a todos.
O cidadão comum neste País, está condenado à miséria, ou ser criminoso, ou então ao suicídio...
A justiça só funciona para a corrupção, máfia, políticos e financeira... Pois quem os controla são as suas SEITAS. MISÉRIA!
EU QUERO JUSTIÇA!!! EU QUERO O QUE ME ROUBARAM!!! QUERO O MEU PASSADO,
PRESENTE & FUTURO. Quero a minha honra e dignidade de volta. QUERO
PAZ... QUERO QUE OS MEUS FILHOS ACREDITEM NO FUTURO & NO SEU PAÍS.
Não consigo viver…
https://sites.google.com/site/ joaquimfonseca1965/
(Para as pessoas que fazem julgamentos em praça publica, podem ficar descansadas, pois só fiz esta Petição "http://www.peticaopublica.com/ PeticaoVer.aspx?pi=P2012N20526" quando perdi tudo. Para que outros não sofram as mesmas injustiças. Não para me proteger... (NO COMMENT). E se fosse??? ...!)
SEJAM FELIZES. Joaquim Fonseca com muito ORGULHO & HUMILDADE.
Suicídio!
Eu já estive quase a fazer o mesmo. Só quem passa por elas é que sabe o que custa as INJUSTIÇAS...
O que custa ser julgado na praça Publica. Só quando as pessoas passam por elas é que acordam!
Só que optei por LUTAR.
SEI O QUE É SOFRER DE TERRORISMO PSICOLÓGICO PELAS INSTÂNCIAS DO ESTADO PORTUGUÊS & NÃO SÓ!
TODOS SABEM A MINHA HISTÓRIA, DA QUAL (além dos caloteiros) HOJE, PARA MIM, O MAIOR CULPADO É A (IN)JUSTIÇA PORTUGUESA.
O engraçado, que não tem graça nenhuma, contra mim e a minha família, funciona que é uma maravilha. Mas, EU contra os GRANDES VIGARISTAS e GATUNOS, a JUSTIÇA protegeu anos e anos, foram 10 anos de LUTA para NADA!
Fizeram sentenças sem o meu advogado estar presente, nem eu e as minhas testemunhas, (verdade seja dita, passados estes anos todos, também já não os tinha, pois perdeu-se a confiança. Pois as minhas principais testemunhas estavam a trabalhar para os meus maiores devedores.)
Agora digam-me; que justiça é esta???
Tudo o que sofri desde 2005, 2007, 2009, 2011, 2012, 2013...voltou-se a repetir tudo novamente!
Tenho tentado dar a volta por cima, mas NÃO DEIXAM.
Perdi tudo! Até a dignidade. E voltam a fazer tudo novamente como se nunca me tivessem roubado...
Pretendem que eu me suicide???
Pretendem que destrua a minha familia???
Sim, porque quando deixar de ter esperança, não vou sozinho... MAS É QUE NÃO VOU MESMO.
Tenho tentado arranjar forças na minha familia (mulher e filhos), pois não têm culpa deste sistema podre corrupto, ganancioso e indiferente a tudo e a todos.
O cidadão comum neste País, está condenado à miséria, ou ser criminoso, ou então ao suicídio...
A justiça só funciona para a corrupção, máfia, políticos e financeira... Pois quem os controla são as suas SEITAS. MISÉRIA!
EU QUERO JUSTIÇA!!! EU QUERO O QUE ME ROUBARAM!!! QUERO O MEU PASSADO, PRESENTE & FUTURO. Quero a minha honra e dignidade de volta. QUERO PAZ... QUERO QUE OS MEUS FILHOS ACREDITEM NO FUTURO & NO SEU PAÍS.
Não consigo viver…
https://sites.google.com/site/ joaquimfonseca1965/
(Para as pessoas que fazem julgamentos em praça publica, podem ficar descansadas, pois só fiz esta Petição "http://www.peticaopublica.com/ PeticaoVer.aspx?pi=P2012N20526" quando perdi tudo. Para que outros não sofram as mesmas injustiças. Não para me proteger... (NO COMMENT). E se fosse??? ...!)
SEJAM FELIZES. Joaquim Fonseca com muito ORGULHO & HUMILDADE.
Eu já estive quase a fazer o mesmo. Só quem passa por elas é que sabe o que custa as INJUSTIÇAS...
O que custa ser julgado na praça Publica. Só quando as pessoas passam por elas é que acordam!
Só que optei por LUTAR.
SEI O QUE É SOFRER DE TERRORISMO PSICOLÓGICO PELAS INSTÂNCIAS DO ESTADO PORTUGUÊS & NÃO SÓ!
TODOS SABEM A MINHA HISTÓRIA, DA QUAL (além dos caloteiros) HOJE, PARA MIM, O MAIOR CULPADO É A (IN)JUSTIÇA PORTUGUESA.
O engraçado, que não tem graça nenhuma, contra mim e a minha família, funciona que é uma maravilha. Mas, EU contra os GRANDES VIGARISTAS e GATUNOS, a JUSTIÇA protegeu anos e anos, foram 10 anos de LUTA para NADA!
Fizeram sentenças sem o meu advogado estar presente, nem eu e as minhas testemunhas, (verdade seja dita, passados estes anos todos, também já não os tinha, pois perdeu-se a confiança. Pois as minhas principais testemunhas estavam a trabalhar para os meus maiores devedores.)
Agora digam-me; que justiça é esta???
Tudo o que sofri desde 2005, 2007, 2009, 2011, 2012, 2013...voltou-se a repetir tudo novamente!
Tenho tentado dar a volta por cima, mas NÃO DEIXAM.
Perdi tudo! Até a dignidade. E voltam a fazer tudo novamente como se nunca me tivessem roubado...
Pretendem que eu me suicide???
Pretendem que destrua a minha familia???
Sim, porque quando deixar de ter esperança, não vou sozinho... MAS É QUE NÃO VOU MESMO.
Tenho tentado arranjar forças na minha familia (mulher e filhos), pois não têm culpa deste sistema podre corrupto, ganancioso e indiferente a tudo e a todos.
O cidadão comum neste País, está condenado à miséria, ou ser criminoso, ou então ao suicídio...
A justiça só funciona para a corrupção, máfia, políticos e financeira... Pois quem os controla são as suas SEITAS. MISÉRIA!
EU QUERO JUSTIÇA!!! EU QUERO O QUE ME ROUBARAM!!! QUERO O MEU PASSADO, PRESENTE & FUTURO. Quero a minha honra e dignidade de volta. QUERO PAZ... QUERO QUE OS MEUS FILHOS ACREDITEM NO FUTURO & NO SEU PAÍS.
Não consigo viver…
https://sites.google.com/site/
(Para as pessoas que fazem julgamentos em praça publica, podem ficar descansadas, pois só fiz esta Petição "http://www.peticaopublica.com/
SEJAM FELIZES. Joaquim Fonseca com muito ORGULHO & HUMILDADE.
terça-feira, 10 de setembro de 2013
Para os ricos, privilégios, Para os pobres, austeridade.
Para os ricos, privilégios, Para os pobres, austeridade.
António
Marinho e Pinto, Bastonário da Ordem dos Advogados, mais uma vez aponta
o dedo à injustiça que se faz sentir no mundo da Justiça.«[...] O primeiro-ministro, se ainda possui alguma réstia de dignidade e de moralidade,
- tem de explicar por que é que os magistrados continuam a não pagar impostos sobre uma parte significativa das suas retribuições;
- tem de explicar por que é que recebem mais de sete mil euros por ano como subsídio de habitação;
- tem de explicar por que é que essa remuneração está isenta de tributação, sobretudo quando o Governo aumenta asfixiantemente os impostos sobre o trabalho e se propõe cortar mais de mil milhões de euros nos apoios sociais, nomeadamente no subsídio de desemprego, no rendimento social de inserção, nos cheques-dentista para crianças e — pasme-se — no complemento solidário para idosos, ou seja, para aquelas pessoas que já não podem deslocar-se, alimentar-se nem fazer a sua higiene pessoal.
O primeiro-ministro terá também de explicar ao país por que é que os juízes e os procuradores do STJ, do STA, do Tribunal Constitucional e do Tribunal de Contas, além de todas aquelas regalias, ainda têm o privilégio de receber ajudas de custas (de montante igual ao recebido pelos membros do Governo) por cada dia em que vão aos respectivos tribunais, ou seja, aos seus locais de trabalho.
Se o não fizer, ficaremos todos, legitimamente, a suspeitar que o primeiro-ministro só mantém esses privilégios com o fito de, com eles, tentar comprar indulgências judiciais.»
"A vida corre atrás de nós para nos roubar aquilo que em cada dia temos menos."
Mais alguns exemplos de austeridade selectiva...
Reformas douradas na justiça, luxos, carros etc
Justiça protegida?
No exército, somam
Na saúde, subtraem
Nos ricos, não cortam
Quem decide onde cortar?
Sugestões onde cortar
Fundações protegidas
Institutos parasitas
Observatórios cegos
- "Forças de segurança vão receber um aumento de 10,8% OE 2013. Miguel Macedo garante aumento na ordem dos 10,8% para PSP, GNR e SEF, em 2013."
- "Portugal é o terceiro país da Zona Euro com mais polícias. Portugal está na frente na despesa pública com segurança e ordem pública e número de polícias por habitante da Zona Euro."
- "A despesa de Portugal com Defesa é superior à média da Zona Euro ultrapassando-a no pagamento de salários e nos consumos intermédios." ... Fonte
- Educação: "Governo corta o triplo do que a troika mandou. "- SNS: "A ‘troika’ mandou cortar 550 milhões e o Governo cortou mais 650 milhões e este ano vai cortar mais”, sublinhou.
- Baixar TSU foi iniciativa do Governo, não da troika, diz chefe de missão do FMI." fonte
- Portugal reduziu em mais de 5% dos funcionários públicos entre dezembro de 2011 e setembro de 2012. Superando, assim, em mais do dobro a meta anual imposta pelo memorando da troika.
ARTIGO COMPLETO: http://apodrecetuga.blogspot.com/2012/12/aos-ricos-privilegios-aos-pobres.html#ixzz2eTstY15u
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